GOSTO!!


Quando me tocas a essência
quando rouba minha existência
quando queremos a permanência
desse amor gostoso e nosso...
Adoro!
Quando me beija com a alma
quando me toca com a palma
quando me tira a calma
e me leva no mais alto dos céus
Amo!
Quando chego e você me abraça
pra nossa cama você me arrasta
abre os braços e me enlaça
e me seduz de todas as maneiras
Quero!
E eu me entrego inteira
te beijo as costas, o ombro
faço carinho na cabeça
e desço pelo teu corpo
Faço!
Faço você gemer de prazer
quando desço umedecendo
com minha língua molhada
sinto teu corpo estremecendo!
que saudade de ser sua...
me chama vai...

 

( FeraManhos@ )

Mais um pouco das lindas palavras de amor do poeta Arthur Saraiva

 

Sinto a tua pele quente colada ao meu corpo...

Sinto que o desejo corre-me nas veias, que as sensações estão à flor da pele prestes a explodir em êxtase...

as minhas mãos que percorrem cada recanto do teu corpo, como que a explorar uma terra perdida de outrora, transmitem o meu amor e dedicação já demonstrado de diversas formas. Procuram e encontram o que mais desejo... o teu corpo... os meus beijos saciam a tua sede...

e com estes percorro o teu pescoço indo ao encontro ao teu ponto mais fraco, como um botão onde acendo a chama da paixão... e nesse momento entregas-te com loucura e chamas-me de teu amor...

Essa entrega será como que a fusão da alma e do corpo em que entregamos um ao outro o que temos de mais íntimo... o nosso espírito, os nossos desejos mais secretos, as fantasias mais ousadas... tudo o que não mostramos a mais ninguém… apenas a nós os dois...

Quando o êxtase se transfigura em cansaço os meus braços são o teu porto seguro onde sabes que podes descansar e adormecer tranqüilamente sem te preocupares com o mundo lá fora... O mundo é apenas entre as quatro paredes, debaixo dos lençóis, entre cada suspiro... entre cada beijo...

Só existimos tu e eu... o resto naquele momento não é real, é um mundo à parte a que teremos necessariamente de voltar... mas que passa despercebido...

Só tu e eu somos importantes... nada mais...

 

                                                                        (Arthur Saraiva)

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